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Who dat? New Orleans

Tem algo pior do que não achar suas fotos? Então, este blog começa em tom de lamento! Não gosto de postar fotos que não são minhas, mas neste sou obrigada porque não consigo achar as fotos da minha viagem! Acho que se perderam com o maldito HD portátil que só funcionou por 1 mês. ARGH, ódio!

Então, lamúrias feitas, vamos ao que interessa. New Orleans! Ô cidadezinha maneira! Para começar, devido a sua localização geográfica, já apresenta inverno ameno, o que possibilita para uma visitinha fora de época e das passagens ao hotel, tudo mais barato! Claro, se você deseja vivenciar Mardi Grass ou New Orleans Jazz Festival (só curti a Mardi Grass), você vai ter que desembolsar como um turista normal, do contrário, as outras atrações estarão lá!

Vamos a elas:

French Quarter:  Certamente a vizinhança mais popular da cidade, Bourbon Street é palco de diversão 24 horas por dia. Os bares lado a lado, por blocos a fio abertos 24 horas por dia todos os dias do ano são uma atração por si só. É possível ouvir da calçada as músicas dos bares, muitas vezes de bandas ao vivo, misturando o jazz e o  blues no ar. Só espere uma rua lotada assim nos feriados populares. Fora de época a rua é super tranquila de trafegar e você não precisa se preocupar em ser “flashed” (quando uma mulher levanta a camisa e mostra os seios). Isso só acontece na época da Mardi Grass, que é o carnaval deles. Você já deve ter ouvido falar. As pessoas que ficam dos andares de cima, das sacadas, muitas vezes jogam os cordões coloridos para as pessoas da multidão vestirem. Vai muito do que você quer fazer para se divertir em New Orleans. Odeio multidões de bêbados suados muito próximos a mim, logo Bourbon Street fora de época é o máximo. Você caminha em paz, aprecia a arquitetura francesa do século XVIII, entra e saí dos bares sem passar sufoco, não precisa lutar para pedir uma cerveja gelada…

Cafe du Monde: Estabelecido em 1862, o Café é um clássico ponto turístico, de relevância até econômica. Quando o Furacão Katrina passou pela cidade, o lastro de destruição não perdoou nada. Havia dúvidas da recuperação da cidade, da capacidade da administração pública reverter o quadro calamitoso, dúvida se os refugiados retornariam à cidade e dúvidas se os turistas ainda se sentiriam atraídos. Exemplificando a raça do povo conhecido pelo famoso “Who dat?” Abriu suas portas apenas 6 semanas após o fatídico episódio. A reinauguração foi até televisionada ao vivo por vários canais até europeus e assim com este marco, aos poucos a cidade começou a se reerguir.

House of Blues: dispensa apresentações. Não deixe de ir! Antes mesmo de viajar, visite o site e agende um show. Assim como a de Boston, a House of Blues New Orleans é uma das mais tradicionais. Uma peculiaridade: o lugar é menor do que você imagina, mas bem menor,  espremido entre 2 edifícios em uma rua perpendicular a Bourbon. Apenas pergunte onde é, alguém falará, “right over there, 2 or 3 blocks over dat way!”

Passeie pela história americana a bordo da balsa que cruza o Rio Mississippi em New Orleans. É legal, grátis e você irá reconhecer o cenário do filme Deja-Vu (com o Denzel Washington). (Ah uma dessa aqui em Floripa, para aliviar o tráfego da entrada e saída ÚNICA da Ilha de Santa Catarina, conhecida como Florianópolis…) Perto de onde você pega a balsa do lado de New Orleans, você já pode até almoçar por lá, no Bubba Gump. O nome é familiar? Pois então, o restaurante que ganhou vida no filme Forrest Gump está lá e o camarão é perigoso! Não se espantem com as filas. Elas andam rápido. Outro prato típico da culinária crioula que deve ser experimentado enquanto em “N’awlins” é ostra gratinada. Nossa, até quem não gosta adora!

Já cobrimos o que fazer, onde e o quê comer; agora, onde ficar:

 Não é barato, eu aviso logo, só que a localização é ímpar. Se você estiver a pé, estará bem servido e se estiver de carro não precisará pagar para estacionar. Estacionamento é um problema em NOLA, especialmente em alta temporada. Outras opções de hotel são pequenos bed and breakfasts no coração do french quarter. A grande vantagem é uma grande desvantagem: você está no coração do bairro. Nem pense em reclamar do barulho na hora de dormir. Onde ficar em NOLA vai depender muito da sua prioridade porque algo você vai ter que comprometer. Se você não quiser comprometer, viaje em 4 pessoas e fique no mesmo quarto com 2 camas de casal (double beds) Está opção é muito comum nos Estados Unidos e assim barateia a viagem em muito, possibilita que você se hospede melhor e, além do mais, é sempre bom ter com quem dividir estes momentos especiais!

Só relembrando que as fotos não são próprias, retiradas do Google Images e sem tratamento.

 

 

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Publicado por em 22/11/2011 em Viagens

 

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